28 de set de 2007

TROCA DE ELITE !?



No Brasil do “todo bandido tem o direito a fuga”, dá até para entender( veja bem, não disse concordar!) com a doutrina de treinamento e ação dos soldados do BOPE, não acham?
Pois então, façam a sua escolha:
De um lado, por exemplo, o ministro do STF, Marco Aurélio Mello, o “mocinho” dos “indinheirados dissimulados e dos alienantes ativos”, daqueles que normalmente não enxergam a impunidade como uma das principais violências contra os direitos humanos. Pois se não é, deveria ser direito do homem, do cidadão, ver preso, detido, punido, todo aquele que lhe rouba a verba da saúde, da merenda escolar, e conseqüentemente, prejudica o seu direito de viver dignamente.
Do outro lado, o “Capitão Nascimento”, “mocinho” dos “desesperados alienados passivos” e também de um Estado incapaz, sarcástico e corrupto, que aceita e aplaude a tortura como meio pacificador de almas desajustadas do capitalismo selvagem que ainda impera por aqui.
E aí?
Não demore a escolher não, porque a chapa está cada vez mais quente parceiro!

Recordando:
Em 2000, o Ministério Público pediu a prisão preventiva de Salvatore Cacciola com receio de que o ex-banqueiro deixasse o país. Ele ficou na cadeia 37 dias, mas fugiu no mesmo ano.
O ministro do STF Marco Aurélio Mello, foi quem concedeu liminar ao ex-dono do banco Marka, Salvatore Cacciola, permitindo assim que este fugisse para a Itália, aproveitando-se de sua cidadania italiana.
Com a prisão do ex-banqueiro Salvatore Cacciola, em Mônaco, no último dia 15 de setembro, questionado por sua antiga decisão, Marco Aurélio Mello foi categórico:
“Todo preso tem o direito de tentar a fuga”

“Acho hipócritas algumas passeatas contra a violência que ocorrem na orla do Rio. Delas participam pessoas que, no dia anterior, consumiram drogas.”
( Antônio Carlos Biscaia, novo Secretário Nacional de Segurança Pública)

24 de set de 2007


ENTREVISTA

O destaque desta última semana de setembro é o casal Paulo Vanzillota e Denise do Amaral, responsáveis pela banca de jornal e revista mais musical do Rio de Janeiro.
Refiro-me a BANCA DO BLUES!

“ Em agosto de 2006 iniciamos o projeto "BLUES NA BANCA", que movimentou o cenário musical carioca ao abrir espaço para os amantes do Blues tocarem todas as sextas-feiras para um público que já estava enjoado de ouvir MPB, funk e pagode.Infelizmente estamos enfrentando problemas com alguns vizinhos que se incomodaram com o sucesso alcançado com esforço e dedicação de todos que estão envolvidos com o evento. Por isso, suspendemos os shows até que a situação se resolva pelas vias legais. Acreditamos que em breve estaremos de volta.”
( Paulo Vanzillota & Denise do Amaral )


Nanquim: Meu caro Paulo, uma Banca sempre pelo Blues?
Como tudo começou?

Paulo Vanzillota: O nome "Banca do Blues" foi dado pelos próprios clientes do dia-a-dia, pois invariavelmente quando entram na banca para comprar lá está o velho e bom Blues rolando. Estou naquela esquina há 14 anos e o fato de sempre ouvir o Blues e suas vertentes fez o diferencial entre outras bancas da cidade. A idéia dos shows surgiu mais tarde, no ano passado quando o destino colocou um "maluco" no meu caminho.


Nanquim: Quais os músicos do cenário brasileiro de Blues com quem você primeiro travou contato?
De que forma isso se deu e quais foram os frutos iniciais destes contatos?

Paulo Vanzillota: Sempre fui assíduo frequentador de shows de blues e posso dizer que conheço os principais nomes da cena carioca justamente por prestigiar suas apresentações. Tive a oportunidade de ver as primeiras apresentações do Baseado em Blues, Big Allambik, Beale Street. Naturalmente me tornei amigo desses caras e dessa convivência acabei adquirindo alguma experiência que mais tarde pude utilizar na produção dos shows na Banca do Blues.

Nanquim: A Banca do Blues promovendo o gênero através de shows ao vivo?
Como surgiu o projeto?

Paulo Vanzillota: Como a grande maioria também acho estranho uma banca de jornais promover shows de blues. A idéia do projeto partiu do Jolt Telek, um húngaro que rodou o mundo e resolveu morar no Rio de Janeiro. Já conhecia o Jolt de vista, quando ele deu uma canja num show do Jefferson Gonçalves no Mistura Fina. Certo dia ele apareceu na Banca e puxou um papo sobre música, shows até que me disse: "Aqui cabe um happy-hour de Blues"...Achei a idéia muito louca e fiquei enrolando o cara. Toda semana ele aparecia lá ou mandava um recado pelo Orkut, até que um dia eu decidi fazer o show certo de que seria um fiasco e a figura desistiria. Na verdade em questões de público não foi um sucesso, poucas pessoas apareceram, na sua maioria músicos. Mas fiquei impressionado com a vontade com que o Jolt e o Cláudio Sangito, seu parceiro musical, tocaram e somado às canjas de amigos como Maurício Fernandes(Garganta Seca) e Léo Ventura(Destilaria), logo ví que algo novo estava acontecendo ali. Resolvi continuar com os shows e logo mais músicos se juntavam à nossa turma, pois estava surgindo finalmente um espaço para a galera tocar e tentar renovar o cenário do Blues carioca. Contando com o apoio incondicional da minha esposa, Denise, que graças ao bom Deus também é bluseira, seguimos com os shows passando por inúmeras dificuldades, sem nenhum tipo de apoio. Aos poucos fomos adquirindo equipamentos de audio e até uma bateria pra facilitar a vida dos músicos.

Nanquim: Como foi a resposta dos músicos, público e mídia aos shows na Banca do
Blues?


Paulo Vanzillota: Em relação aos músicos confesso que esperava mais apoio da parte de alguns. Por outro lado vários outros que se juntaram a nós foram fundamentais para o sucesso da Banca do Blues. Mauricio Fernandes(Garganta Seca), Léo Ventura(Destilaria), Elvio Turczineck(The Old Blues Band) entre muitos outros nos apoiaram de todas as formas possíveis ajudando na divulgação e também na produção. Como as apresentações ocorrem no meio da rua, temos todos os tipos de público presente, desde o curioso até o músico, e pela carência de locais que abrem suas portas para o Blues tivemos uma boa resposta nesse sentido. Como toda novidade logo o boca a boca tratou de espalhá-la e consequentemente a mídia apareceu. O primeiro jornalista que nos visitou foi o Mauro Ventura(O Globo) que escolheu um feliz dia na Banca do Blues, O Tributo a Eric Clapton, que lotou a esquina. A matéria foi para o Blog do Globo On Line e a partir disso vieram O Jornal do Brasil, O Globo, Folha do Centro, além das emissoras de TV, Record, Bandeirantes, TVE e JB.



Nanquim: Por que em geral os shows de Blues não apresentam Casas cheias?
O que fazer para mudar este quadro?

Paulo Vanzillota: Vejo muitos problemas nesse sentido. Em primeiro lugar existe certa má vontade da parte dos donos de espaços dedicados a música em relação ao Blues. Dificilmente se vê um show na sexta ou sábado, o máximo que liberam é na quinta-feira, sendo que agora já se marca para terça-feira, ou seja, casa vazia na certa. Outro problema é o horário, pois se o show é na quarta-feira e começa as 23 horas, com certeza vai espantar o público que no dia seguinte vai trabalhar cedo.


Nanquim: Quais os músicos de Blues que o Paulo e a Denise apreciam mais?

Paulo Vanzillota: A Denise é fã incondicional do Eric Clapton, além de gostar também do Gary Moore, BB King, Da minha parte além desses três acrescento Fredie King e Albert King. No cenário brasileiro, além de Celso Blues Boy, gostamos muito de Big Joe Manfra, Big Gilson, Blues Etílcos, entre outros.

Nanquim: O público que curte o Blues está se renovando?
De que maneira os músicos de Blues podem colaborar para mudar este panorama?

Paulo Vanzillota: Nos shows da Banca do Blues pude observar que muitos jovens compareciam e curtiam muito, sinal de que o Blues não é "música de velhos" como alguns pensam.Acredito que a renovação do público depende também da renovação da cena local. Aqui no Rio sempre que alguma casa abre espaço para o Blues temos sempre os mesmos nomes, não questiono a qualidade desta turma, mas os frequentadores acabam não aparecendo mais nos shows pelo fato de já terem assistido àqueles artistas. Existem várias bandas no Rio em condições de tocar em qualquer lugar, mas é preciso que lhes abram as portas.

Nanquim: Quais são os atuais projetos do Paulo e da Denise e o que poderá estar pintando mais pra frente de novidade para os amantes do Blues no Rio de Janeiro?


Paulo Vanzillota: A Banca do Blues teve que suspender seus eventos devido à reclamações de um vizinho. Como não esperávamos o sucesso alcançado não solicitamos no início a devida autorização da Prefeitura. Agora já conseguimos reverter essa situação e estamos dentro da legalidade. Retornaremos provavelmente no dia 6/10 com uma grande jam session para sacudir a esquina da Av. Rio Branco c/ Av. Pres. Wilson.
Nesse intervalo fomos convidados pela produtora de eventos Motus Anima, para produzirmos um show de Blues que rola toda quinta-feira no Bistrô Santa Rita(Rua Visconde de Inhaúma, 115 - Centro). Estamos satisfeitos com essa produção, pois desde o primeiro show a casa está sempre cheia, prova que é possível ter um espaço semanal para os amantes do Blues. Estamos negociando uma nova participação, mas por enquanto manteremos sigilo para não atrapalhar, mas assim que estiver tudo certo teremos prazer em divulgar aqui no blog.


BANCA DO BLUES
Av. Rio Branco, 311( esq. Com Av. Pres. Wilson ), centro, Rio de Janeiro.


Contato:
tel : ( 21 ) 2517-3310

1 de set de 2007

BLUES PELA VIDA !



O Nanquim Maldito entrevistou Cláudio Rodolfo Medeiros, mais conhecido na cena Blues de São Paulo, como Banha Blues. Um Bluesman natural da cidade de Sorocaba, que não dispensa os convites para participar de especiais canjas com os amigos e músicos de Blues, que conheceu através de seu trabalho como Barman, nas noites paulistanas.
O nobre tema desta entrevista é o projeto beneficente “Blues pela Vida” idealizado pelo guerreiro Banha Blues, que está reunindo, solidariedade, músicos e Blues com a intenção de colaborar com o SÍTIO AGAR, fundado em 1983 pelo padre missionário holandês, “irmão Antonius Van Noije”. Desde então, o Sítio Agar vem desenvolve um trabalho de auxílio afetivo, nutricional, educacional e psicológico às crianças portadoras do vírus HIV, oriundas de várias cidades do Estado de São Paulo.


Nanquim: Meu caro Banha Blues, há quanto tempo você está envolvido diretamente com shows de Blues?

Banha Blues: Praticamente desde que comecei a trabalhar como Barman, mais ou menos por volta de 1990, mas nunca tinha tomado uma iniciativa como essa, de fazer um show de Blues em prol de quem realmente precisa.

Nanquim: Quais os músicos internacionais e nacionais de Blues que você mais curte?

Banha Blues: Essa pergunta é complicada porque tem tantos artistas que curto.Vai ser difícil lembrar, mas vamos lá: B.B.King, Rod Piazza, Eric Clapton, Aretha Franklin, Muddy Waters, Stevie Ray Vaughan, John Lee Hooker e Big Bill Broonzy.
NACIONAIS: Celso Blues Boy, Sergio Duarte, Robson Fernandes, Nuno Mindelis e posso incluir todos meus amigos das bandas: Marafa Blues, Alcatéia Blues, Blues 4 Fun, Craker Blues, The Black coffee band, triblues, ELECTRIC MUDDY BLUES BAND, MARCIÃO PIGNATARI E OS TAKEUS.

Nanquim: Como surgiu a idéia do projeto “Blues pela Vida”?

Banha Blues: Acho que foi por dois motivos.Primeiro pela vontade de ver e divulgar uma coisa que é tão pouco valorizada neste País, no caso, o nosso Blues.A segunda, é a vontade de ajudar alguém tão especial que é a Ong que cuida de crianças com HIV, por isso o nome Blues Pela vida!

Nanquim: Como você conheceu o Sítio Agar?

Banha Blues: Como já havia feito contato com as bandas falando que estava a fim de fazer um show de Blues beneficente e elas já haviam topado meu convite, só faltava achar a quem o projeto iria ajudar. Então saí procurando na mesma hora instituições de caridade e logo a primeira que encontrei, foi o Sítio Agar. Entrei no site e comecei a ler para entender melhor sobre esta ONG. Resolvi conhecer pessoalmente o lugar e decidi que tinha que ser esta a instituição a ser ajudada.

Nanquim: Conte-nos um pouco sobre esta instituição e seus problemas urgências?


Banha Blues: O Sítio Agar atualmente abriga 58 crianças e adolescentes, sendo 12 crianças da Casa de Ismael, onde ficam crianças no processo transitório, aguardando o processo do conselho tutelar. Com capacidade para abrigar 45 (quarenta e cinco) crianças e adolescentes de zero a 18 anos, de ambos os sexos e portadores do vírus HIV, o Sítio Agar, recebe jovens originários dos diversos municípios do estado de São Paulo. Os casos atendidos pelo Sítio Agar, são caracterizados como de risco pessoal e social, com ocorrência de abandono, orfandade, vitimas de maus tratos físicos ou psíquicos, impossibilidade de permanência na família extensiva, procedentes de famílias sem recursos para prover suas necessidades básicas.
As despesas mensais perfazem um total de aproximadamente R$ 84.000,00 (Oitenta e quatro mil reais), com Recursos Humanos, que hoje são de 58 funcionários (educadores, psicólogo, assistente social, coordenadores, auxiliar de enfermagem, limpeza, cozinheiras, motoristas, padeiros, auxiliar. panificação, lavanderia, ajudante geral, etc.), alimentação, veículos, combustível, pedágio, luz, telefone , medicação, manutenção com os prédios entre outros.
Quando fui visitar o Sítio, deu para perceber que o principal problema daquelas crianças era a falta de amor e a discriminação que sofriam, e graças a DEUS no Sítio Agar, isso não ocorre, mas precisamos lutar muito ainda para que esse tipo de preconceito acabe.


Nanquim: Como a instituição recebeu a idéia do projeto “Blues pela Vida”?


Banha Blues: Receberam nossa idéia com grande apoio, e se prontificaram a nos ajudar no que for preciso.


Nanquim: Você está recebendo apoio de alguma outra instituição? De algum setor do comércio? Da classe empresarial?


Banha Blues: Por enquanto estou nessa, contando somente com meus amigos. Já tentei ir atrás de alguns comérciantes para obter ajudar com algum tipo de patrocínio, mas nunca tive resposta de nenhum deles até hoje. Outro problema é que o material mostrado nas visitas, no caso, o projeto impresso e encadernado, é muito caro. Procuro gastar com outras coisas, como material de divulgação,tipo os flyers. E até agora nenhum empresário teve algum interesse neste meu projeto.


Nanquim: Quais os músicos de Blues, que você contatou primeiro para integrar o projeto “Blues pela Vida”?


Banha Blues: Acho que foi o guitarrista da banda de blues “Triblues”, André Myga.


Nanquim: Quais os músicos que hoje, já estão apoiando esta grande causa em prol das crianças portadoras do vírus HIV?


Banha Blues: Acho que perdi as contas. Os que mais me ajudam hoje, praticamente todos os dias são os seguintes: Roberto Terremoto, Guitarrista da Marafa Blues, Alê Rossi baterista da banda ELECTRIC MUDDY BLUES BAND e Marafa Blues, Oswaldo Gaitista da The Black Coffee Band e Rafael Blues Gaitista da Alcatéia Blues. Mas posso te dizer que todos aqueles envolvidos nesse projeto comigo, já estão ajudando muito em tudo, por que se não fossem esses “Bluseiros do bem”, eu nunca iria realizar esse sonho, de fazer um show de Blues beneficente.

Nanquim: O local escolhido para o show do projeto “Blues pela Vida”, como pintou?

Banha Blues: Logo depois que consegui o apoio das bandas, aparelhagem de som, e apoio para o evento, comecei a ir atrás do local e já tinha em mente um lugar chamado Centro de Eventos Pedro Bortolosso.Só não sabia como iria conseguir esse espaço. Comecei a procurar ajuda política, e comecei a marcar reuniões com determinados partidos políticos, que não vem ao caso citar, pois várias pessoas ali não me ajudaram em nada.
Enfim depois de dois meses correndo atrás direto de um local, apareceu uma pessoa, que me indicou a pessoa certa para que eu conseguisse o local. Marcamos então, uma reunião para que eu pudesse mostrar meu projeto. Depois de uma semana a pessoa com quem havia conversado me retornou a ligação comentando que um conhecido seu de forte presença na política, havia se interessado pelo projeto. Depois de tudo que passei em relação ao contato inicial com alguns políticos, até fiquei meio receoso desse novo contato para apresentar e falar sobre o projeto.
Mas neste dia tive a certeza de que DEUS é Bluesman, pois quando entrei no gabinete da tal pessoa, o cara que me atendeu era um antigo amigo, que já havia tocado muito comigo, a música MUSTANG SALLY. Na hora que o vi, tive certeza que teria o local para o evento.
Na mesma hora, ele ligou para local e reservou a data.
Só que havia uma condição:
Eu teria que comprar material de limpeza para o salão de 1,700m².
Consegui me desdobrar e fui logo encomendando as coisas que precisava, como: cera para o chão do evento e outros materiais de limpeza.
Mais antes disso, ocorreram duas reuniões entre os organizadores do evento, para tentarmos outros apoios para o evento e recebemos vários “não na cara”!
Mas graças a DEUS, vou realizar este show.


Nanquim: De que maneira os músicos e as pessoas em geral podem ajudar nesta causa, mesmo aquele, quem não more em São Paulo?

Banha Blues: Tem duas maneiras que vocês podem nos ajudar: Uma é ajudar a divulgar este evento de todas as maneiras, e a outra é nos ajudar a encontrar algum tipo de patrocínio.


Nanquim: Como andam os preparativos para o evento? O que você ainda está na luta para adquirir no tocante a apoio, aparelhagem e músicos que gostaria de ver participando deste projeto?

Banha Blues: Praticamente tudo está certo para o Evento. Já temos 80% da idéia concretizada, uma ajuda a mais é sempre bem vinda. Precisamos muito de material de divulgação como camisetas para os organizadores, flyers, etc.

Acho que o meu maior sonho era fazer algo desse tipo, para ajudar alguém, mas como sempre gosto de pensar longe, não seria nada mal se o Eric Clapton fosse tocar no projeto...
Mas agradeço de coração a todos os músicos que estão envolvidos neste projeto. Que DEUS ilumine o caminho de cada um deles, para que a chama do Blues não se apague.


Nanquim: Quando será o primeiro show do projeto “Blues pela Vida”?

Banha Blues:
Local:Centro de Eventos Pedro Bortolosso.

Data: 04/11/2007

Endereço: Av. Visconde de Nova Granada, 11- Jardim Cipava - Osasco/SP

Horário : 13h00


Presenças já confirmadas:


*ELECTRIC MUDDY BLUES BAND

*MARAFA BLUES

*MARCIÃO PIGNATARI E OS TAKEUS

*TRIBLUES

*BLUES 4 FUN

*SÉRGIO DUARTE & ENTIDADE JOE

*BLACK COFFEE BAND

*ALCATÉIA BLUES

Várias canjas, com grandes nomes do Blues Nacional e teremos também, a grande participação do grupo de teatro "CIA todos em Cena.


Nanquim: A entrada será mediante pagamento de ingresso?

Banha Blues: A entrada será através de 1 Kg de ALIMENTO NÃO PERECÍVEL (menos açúcar e sal) + 05 LATINHAS DE ALUMÍNIO vazias.

Nanquim: Meu caro Banha Blues, o Blog Nanquim Maldito gostaria de lhe parabenizar pelo projeto “Blues pela Vida”, que une música, músicos e Blues em prol de ações sociais concretas. Ações estas, que possam cada vez mais se consolidar dentro de cada um de nós, fazendo com que a solidariedade, se transforme num exercício cotidiano, ativo e perene.

Sítio Agar :