2 de jun de 2014

Paraty, um desafio ao pileque


 
Definitivamente as ruas de Paraty não servem aos bebuns. Ir e vir por aqueles pés-de-moleque de aproximadamente 300 anos, é uma enxaqueca, mesmo que a diversão não dê motivos ao porre. As ensaboadas pedras que pavimentam a histórica cidade do litoral sul do Estado do Rio de Janeiro e suas Flips, Margaridas, Cafés, escunas e onças pretas da Serra do Bocaina, são arapucas de plantão para os que se atrevem a exercer a boemia intramuros e telhas, feitas nas coxas ou não.
Se colecionas rolhas de Mendoza, vais beijar a lona, não tem saída, serás tombado também! Vai bitocar a “irregular stone” como se fora o segundo argentino mais pop, por essas bandas de tantos outros Chicos. É mico certo! Cabernet, Malbec, Pinot Noir, tinto, branco ou verde, não importa. Tais pés-de-moleque se eximem de compaixão para com os estabacos dos discípulos de Baco. Lona!