25 de abr de 2017

Minha filiação ao PSOL

Por Renato Zanata


“Esquerda tem generosidade, não é mais sinônimo de intolerância, de ditadura, de marxismo raso, de igualdade absoluta. Mas de justiça social, de participação, de direitos básicos respeitados”.

(Deputado Federal Chico Alencar (PSOL-RJ), pg 216, biografia: “Chico Alencar – Caminhos De Um Aprendiz”, de Pedro de Luna e Marcelo Movschowitz, Ilustre editora)


Três semanas atrás eu tentei, através de um post no Facebook, motivar e mobilizar niteroienses - de diferentes "bandeiras e credos" – mas igualmente indignados com as crises, moral e econômica que os últimos "governadores” impuseram ao Estado do Rio de Janeiro.


Adesões?

Somente algumas “curtidas” dos que pensam em caminhos e ações alinhadas com as quais sempre defendi, propaguei e coloquei em prática, sem precisar de um empurrãozinho de partido A, B ou C, e muito menos, de Central Sindical X ou Y.
Pude confirmar que a indignação do "tipo seletiva", estará sempre distante da perenidade.


A proposta que desenvolvi (projeto: Cidadania, do Papel ao Concreto), com alunos, colegas professores e direção do colégio HMS, em Maricá, região dos lagos-RJ, entre 1995 e 1996, surgiu de uma dentre as várias reuniões na casa de meu pai, quando tirávamos as noites de quinta-feira para abordar o kardecismo e São Francisco de Assis.


Agora, em abril de 2017, três semanas atrás, através de post no Facebook, busquei motivar e mobilizar niteroienses (de todas as "bandeiras") indignados com as crises, moral e econômica que os últimos "governadores” impuseram ao Estado do RJ. Uma manifestação na praia de Icaraí, às 10h do feriado de 01 de maio. Não deu liga!

Na última quinta-feira, 20/04, decidi então, por me juntar oficialmente aos que pensam, propõem, AGEM e resistem a partir das mesmas referências que me norteiam. Filiei-me ao PSOL. Não apenas para continuar confiando meu voto aos queridos, Chico Alencar, Marcelo Freixo e Flávio Serafini e outros importantes quadros do partido, mas também, para poder pensar e militar junto com a enorme turma boa que lá está, como por exemplo, o amigo, Gustavo Queiroz.


Renato Zanata Arnos, niteroiense; 50 anos, professor de História; jornalista; comentarista da Rádio Fluminense AM 540; trabalhou na TV Esporte Interativo; autor da biografia “Adílio, Camisa 8 da Nação”; coautor de “Sarriá 82 – o que faltou ao futebol-Arte?”; coautor de “América, Terreirão do Galo - análise tática do campeão da Libertadores 2013”; músico e idealizador de eventos em prol do Blues.


Nenhum comentário: